Ampliação do Shopping Jardim Sul - Crédito: Penna Prearo

1990

Inaugurado em São Paulo o Shopping Jardim Sul, o primeiro construído pela Camargo Corrêa.

O empreendimento pertence à família do empresário Sebastião Camargo.

1991

Em julho, Sebastião Camargo reassume a presidência executiva da Camargo Corrêa. Ainda nesse ano,
o empresário recebe da Universidade Presbiteriana Mackenzie o Título de doutor honoris causa, por sua contribuição para a engenharia nacional.

1994

Em março, São Paulo ganha o primeiro túnel sob o Rio Pinheiros: Jânio Quadros, construído pela Camargo Corrêa.

Em 26 de agosto, poucos dias antes de completar 85 anos, morre em São Paulo o empresário Sebastião Camargo.

Em setembro, dona Dirce Navarro de Camargo Penteado sucede o marido e torna-se presidente da holding Morro Vermelho. Simultaneamente, o engenheiro Raphael Antonio Nogueira de Freitas assume a presidência do Conselho da Construções e Comércio Camargo Corrêa.

1995

Início da atuação em concessões de energia e transporte, que, 11 anos depois, responderiam por 17% e 5% das receitas brutas totais, respectivamente. A estreia nos novos segmentos é marcada, ainda nesse ano, por três grandes negócios.

  • Administração da Via Dutra, em consórcio com a Andrade Gutierrez, por concorrência.
  • Criação da Concessionária do Aeroporto de Congonhas S.A., em parceria com a Socicam, que irá administrar o futuro estacionamento do Aeroporto de Congonhas com a marca SAO Parking.
  • Aquisição da concessão da Usina Hidrelétrica Machadinho, na divisa de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, em associação com outros grandes grupos industriais e empresas públicas.

Em novembro é inaugurado o túnel Sebastião Camargo, o segundo sob o Rio Pinheiros executado pela Construtora Camargo Corrêa.

1996

Com a criação da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário, em janeiro, o grupo passa a atuar no segmento de imóveis comerciais e residenciais.

Em 1º de março, o Consórcio Nova Dutra, formado pela Camargo Corrêa e a Andrade Gutierrez, passa a administrar a Via Dutra em regime de concessão.

É constituída, em 6 de março, a holding Camargo Corrêa S.A.. Alcides Tápias assume a presidência do Conselho de Administração da nova empresa.

Em 28 de maio, a Camargo Corrêa anuncia a sua entrada no bloco de acionistas controladores da Usiminas, que fora privatizada em 1991.

1997

O grupo Camargo Corrêa, em janeiro, amplia de 3% para 7% a sua participação no capital da Usiminas.

Camargo Corrêa, Bradespar e Votorantim constituem, em 27 de fevereiro, a VBC Energia. Em 2006, com a saída da Bradespar, os sócios remanescentes passariam a deter, cada um, 50% do capital.

Em março, o controle acionário do Banco Geral do Comércio, braço financeiro do grupo, é vendido ao Banco Santander.

Com a aquisição, em abril, de duas fábricas da Cimentos Cauê – em Pedro Leopoldo (MG) e Santana do Paraíso (MG) –, a Camargo Corrêa Industrial duplica seu market share no setor, atingindo 10% do mercado.

A VBC Energia integra o consórcio que arremata, em 5 de novembro, o controle acionário da Companhia Paulista de Força e Luz, a CPFL, uma das maiores distribuidoras de energia elétrica do País.

Em 18 de dezembro, o grupo ganha uma nova empresa: a Camargo Corrêa Transportes, que passa a responder pelas concessões no segmento.

1998

Início das obras que ampliarão em 60% a área do Shopping Jardim Sul.

Em 18 de dezembro, o grupo Camargo Corrêa adota uma nova identidade visual.

1999

O engenheiro Raphael Antonio Nogueira de Freitas assume a Presidência do Conselho de Administração da Camargo Corrêa S.A. em 22 de setembro. Freitas sucede Alcides Lopes Tápias, que se torna ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior.

As empresas do grupo passam a contar com o apoio de gestão do Centro de Serviços Compartilhados, o CSC.
Em novembro, é criada a Camargo Corrêa Energia Ltda. (CCE). Sua missão: garantir a geração e o fornecimento de energia elétrica a outros negócios do grupo e dos controladores, casos da Camargo Corrêa Cimentos, o Centro Empresarial Camargo Corrêa e o Shopping Jardim Sul.

Criada a Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), da qual a Camargo Corrêa detém, hoje, 17,88%. A empresa passa a controlar a Ponte S.A., que administra a Ponte Rio–Niterói desde junho de 1995.

A Camargo Corrêa Equipamentos e Sistemas (CCES) é a sucessora da Camargo Corrêa Equipamentos Elétricos.